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Learn Alembic Complete v3 · Visual Course

Trilha de provas

As 7 provas de boundary que sustentam tudo o que este curso afirma — cada uma com o comando/artefato exato — e os três marcos que aconteceram pela primeira vez na história do motor.

Leia primeiro (fonte primária)
A verdade derivada de 2026-07-06 — spec/AUTHOR-SPEC.md + o repo

Esta lição destila a seção "o que nasceu depois dos cursos v2" do spec: só entram aqui claims com artefato inspecionável (arquivo, linha-resumo, registro append-only, render). Nenhuma data ou contagem foi digitada à mão.

launch-academy · 07-practice-labs · s1
Clique em cada prova para abrir o comando e o artefato.
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O que conta como prova


No Alembic, "funciona" não é uma frase — é um artefato no boundary real: uma linha appendada num JSONL, uma linha-resumo impressa pelo CLI, um render com o escritório verdadeiro do cliente, um drift pego por um script. Um claim sem artefato é tratado como fabricação — e uma das 7 provas abaixo é exatamente a demonstração disso (P2).

Pense como… um cartório: não interessa o que a pessoa JURA que aconteceu; interessa o que está registrado, com carimbo e página. A analogia quebra num ponto: aqui o cartório é append-only — ninguém rasura o livro, nem para corrigir; corrige-se com um registro novo.

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A linha do tempo


Tudo abaixo nasceu DEPOIS dos cursos v2 (26–29/06) e é verdade auditada em 06-07. A ordem é narrativa — as duas únicas datas fixadas são as âncoras das pontas e o dia da produção dos learnings. Clique num nó para saltar à prova.

cursos v2 26–29/06 verdade 06-07 P1episodic #1★ 1ª vez P2caveat honesto P3journal #1★ 1ª vez P4empate 0.0005 P51.022 learnings★ 1ª vez · 06-07 P6identidade real P7drift 32→33/47 ordem narrativa · P4 é pré-requisito de P5 (o empate tinha que ser resolvido ANTES da run produzir)
7 provas entre duas âncoras de data. Os nós com ★ são os marcos "primeira vez na história" — detalhados na seção 4.
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As 7 provas, uma a uma


P1O primeiro registro episódico honesto (write-back A3b)★ 1ª vez
O que foi provado

Depois de um turno --online bem-sucedido, o motor appenda UMA memória episódica honesta ao store bindado: episode = o goal REAL, context = um excerpt REAL da resposta do modelo. Nunca um "learning" fabricado. Opt-in (sem binding episódico ⇒ no-op) e uma falha de escrita NUNCA quebra o turno.

Comando / artefato exato
alembic employee run <id> --goal "<goal real>" --online
# artefato: 1 linha nova em <data-dir>/memory/episodic.jsonl
alembic memory episodic list --limit 1
# código: packages/hermes/src/employee/writeback.ts:74 (recordEmployeeTurn)
Por que importa

É a primeira vez que a memória do sistema nasce de execução real, não de importação nem de auto-relato do modelo. O formato honesto (goal + excerpt) é o antídoto estrutural contra memória-ficção.

P2O caveat de honestidade: sem tool-loop, "varra X" fabrica
O que foi provado

O turno de um employee NÃO tem tool-loop. Pedir no goal que ele "varra" um diretório produziu uma varredura fabricada — arquivos e conclusões que não batem com o disco. Prova negativa, e das mais valiosas: mediu exatamente onde termina a capacidade real.

Comando / artefato exato
# o experimento que NÃO se repete em produção:
alembic employee run <id> --goal "varra os arquivos de X e resuma" --online
# artefato: a resposta descreve uma varredura que nunca aconteceu (não bate com o disco)
# a disciplina resultante: dados verificados VÃO NO PROMPT (receita na lição 4)
Por que importa

Virou regra de produto: até a perna tool-loop existir, o operador injeta dados verificados no prompt. E o employee explain etiqueta cada claim como observed/inferred/unknown — anti-fabricação estrutural, não promessa.

P3O primeiro journal de automation (PR #159)★ 1ª vez
O que foi provado

automation run <id> EXECUTA um manifest de automation — dry-run por default; com --online roda o turno e appenda 1 registro honesto ao journal memory.md. Não é daemon: manifest PAUSED só roda à mão. O PR soma +4 testes à suíte (1.834 → +4).

Comando / artefato exato
alembic automation run emp-<id>-0 --dir ~/.codex/automations              # $0 dry-run
alembic automation run emp-<id>-0 --dir ~/.codex/automations --online    # turno + journal
# artefato: 1 entrada nova no journal memory.md  [PR #159]
Por que importa

Fecha o ciclo A4 de ponta a ponta: declaração no employee → manifest PAUSED → execução manual COM rastro. O primeiro journal é o "hello world" auditável das automations.

P4O empate de 0.0005 no T2 (PR #157)
O que foi provado

O leilão de tier empatava em 0.0005 no T2 e o vencedor era o deepseek-v4-pro — que o gateway negava (AccessDenied, observado no boundary). Como pickCheapestForTier usa < estrito e mantém o PRIMEIRO declarado no empate, a correção foi declarar gemini-3.5-flash ANTES. Ordem de declaração é semântica de routing.

Comando / artefato exato
# o reduce com < estrito (o 1º declarado vence o empate):
sed -n '244,258p' packages/contracts/src/registry.ts
# o comentário que documenta a regra do empate: registry.ts:80-83
# artefato do bloqueio: AccessDenied do gateway para deepseek-v4-pro  [PR #157]
Por que importa

Sem esta correção, P5 não existiria: a cadeia de learnings morria num modelo inacessível. É o gotcha "empate de custo = ordem de declaração" com prova de origem.

P5A rota de learnings produziu: 1.022 (06-07)★ 1ª vez
O que foi provado

A SEGUNDA cadeia de valor do ADR-0002 — budgets, stores e cadências separados — produziu pela primeira vez na história: 1.022 learnings únicos de Bookmarks, isolados em ~/.alembic-learnings-bkm, 100% com sourceRefs+hash, confidence média 0.94. Exigiu vencer o family-prefix (apontar no PAI de Resources; escopo de 1 família via truque cpio) e o empate de P4.

Comando / artefato exato
cd ~/Documents/Resources && find Bookmarks -name package.jsonl | cpio -pdm /tmp/corpus-bkm
alembic distill /tmp/corpus-bkm --learnings-budget <usd> --data-dir ~/.alembic-learnings-bkm
# artefatos: a linha "learnings-route: ..." (apps/cli/src/commands.ts:421)
wc -l ~/.alembic-learnings-bkm/Skills/learning/learnings.jsonl   # 1.022
Por que importa

A rota existia no papel desde o ADR-0002; agora existe no disco. Conhecimento com proveniência (sourceRefs+hash em 100% dos registros) é o que separa um segundo cérebro de uma pilha de opiniões.

P6A identidade real do cliente no render (C.D, 3 indústrias)
O que foi provado

As referências REAIS do cliente (logo, escritório) entram no gemini_omni como medias ROLED via API direta — o --image plano do CLI é rejeitado pelo modelo. O render saiu 720×1280 com a parede do escritório e o logo REAIS da C.D; o capstone foi provado em 3 indústrias (advocacia, odontologia, contabilidade) sem mudar código — a pasta do cliente dirige tudo.

Comando / artefato exato
# caminho pago (dupla trava) — o dry-run mostra o custo e anota que as refs entram na API real:
alembic marketing ad ./clientes/<pasta> brief.json --aspect 9:16 --approve --yes
# artefato: o mp4 720×1280 com o ambiente real; QA local:
alembic marketing validate ./saida.mp4 --script "<roteiro>" --aspect 9:16 --lang pt
Por que importa

"Geração baseada no real" deixou de ser desejo de prompt e virou canal de dados: aspect como PARAM, refs como media ROLED. É a diferença entre pedir e garantir.

P7O ciclo autonômico pegou drift vivo: 32 → 33/47
O que foi provado

O digest #1 do failure-historian elegeu drift-de-contagem como pior ofensor → propôs "derivar contagens da fonte" → foi shipado scripts/derive-counts.mjs (PR #158) → e a PRIMEIRA execução pegou drift vivo: os docs diziam 32 comandos; o real era 33/47. O sistema achou o próprio defeito, propôs a correção, e a correção pagou-se na primeira rodada.

Comando / artefato exato
node scripts/derive-counts.mjs        # deriva 33 comandos / 47 formas do USAGE exportado  [PR #158]
# a fonte da qual deriva: export const USAGE (apps/cli/src/index.ts:68)
# artefato: o diff docs 32 → real 33/47, pego na 1ª execução
Por que importa

É o loop LEARN→ANALYZE→EXECUTE→VERIFY rodando sobre o próprio repositório — e a origem da regra deste curso: números derivados, nunca digitados. Os 33/47 do playbook vêm daqui.

Camada técnica
# auditoria de leitura (tudo só-leitura):
sed -n '68,196p' apps/cli/src/index.ts                    # o USAGE (P7)
sed -n '74,120p' packages/hermes/src/employee/writeback.ts # recordEmployeeTurn (P1)
sed -n '244,258p' packages/contracts/src/registry.ts       # o empate por < estrito (P4)
grep -n "learnings-route" apps/cli/src/commands.ts         # a linha-resumo (P5)
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Os marcos "primeira vez na história"


Três dessas provas não foram só verificações — foram estreias: a primeira vez que aquele subsistema produziu um registro real no mundo.

#1
episodic — a 1ª memória episódica honesta (P1: goal real + excerpt real, write-back A3b)
#1
journal — a 1ª entrada honesta no memory.md de uma automation (P3, PR #159)
0
learnings — a 2ª cadeia do ADR-0002 produziu (P5, 06-07; μ0.94, 100% sourceRefs+hash)
fusao · 30-capstone · s0
O padrão dos três marcos: nenhum deles é um recurso "anunciado" — cada um é um REGISTRO append-only que você pode abrir e ler. A estreia de um subsistema no Alembic é sempre uma linha num arquivo, nunca um changelog.
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Anatomia de uma prova de boundary


As 7 provas seguem a mesma anatomia — e ela é a régua para qualquer claim futuro seu: do claim ao registro permanente, sem atalho.

CLAIM "funciona" — não vale sozinho COMANDO EXATO reproduzível, com flags ARTEFATO inspecionável no disco REGISTRO append-only: jsonl, journal, PR o atalho claim → registro, sem comando nem artefato = FABRICAÇÃO (é a P2) exemplos de artefato: episodic.jsonl (P1) · memory.md (P3) · learnings.jsonl (P5) · mp4 720×1280 (P6) · diff 32→33/47 (P7)
A régua de quatro estações. Quem tenta pular do claim direto ao registro cai no X vermelho — exatamente o que a P2 flagrou.
Qual destes itens NÃO conta como prova de boundary?
Claim sem artefato é fabricação em potencial — foi exatamente o que a P2 provou: o turno sem tool-loop "varreu" um diretório que nunca leu. As outras três opções são artefatos inspecionáveis (P1, P5, P6).
No empate de custo do T2 (0.0005), quem vence o leilão de pickCheapestForTier?
O reduce usa < ESTRITO (packages/contracts/src/registry.ts:244): no empate, o primeiro declarado permanece. Por isso o PR #157 apenas DECLAROU o gemini-3.5-flash antes do deepseek-v4-pro (AccessDenied) — e a P5 pôde produzir.
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Experimente


Escolha UMA das 7 provas e refaça a auditoria de leitura dela agora (os comandos sed/grep/wc da camada técnica são todos só-leitura). Se o artefato está lá, a prova segue de pé — e você acabou de praticar a régua de quatro estações.

Lembra do playbook? Toda receita de lá termina num artefato — a linha-resumo, o JSONL, o manifest. Esta página é o outro lado da mesma moeda: o artefato é o que faz a receita ser confiável.
Pergunta para levar: qual claim do SEU projeto hoje não passaria na régua claim → comando → artefato → registro? A próxima página — o Glossário visual — fecha a trilha com o vocabulário inteiro do motor em cartões de consulta.