O vocabulário vivo do Alembic em cartões: definição de duas frases + um ícone-diagrama por termo + a âncora que prova. Busque, filtre por grupo, e cobre este vocabulário de qualquer PR que entrar.
Cada cartão tem três andares: o ícone-diagrama (a forma do conceito), a definição em duas frases (o que é + o detalhe que evita o erro comum) e a âncora (onde provar). Vocabulário compartilhado é o que deixa um time — humano ou de agentes — discutir sem tradução.
Pense como… a parede de ferramentas de uma oficina: cada silhueta desenhada atrás do gancho diz o que mora ali. Onde quebra: ferramenta emprestada volta; termo mal usado se espalha — por isso cada cartão traz a âncora.
Business/opportunity-graph.jsonl (hoje 2.589). É fato de pipeline com dono e origem — não confundir com learning, que é conhecimento.sourceRefs+hash de proveniência, gravado em Skills/learning/learnings.jsonl. A primeira produção real (06-07) rendeu 1.022 únicos, confidence μ0.94, isolados em ~/.alembic-learnings-bkm.pickCheapestForTier usa < estrito, então o primeiro declarado vence. Foi o prereq do PR #157 — declarar gemini-3.5-flash antes do deepseek-v4-pro (AccessDenied) no empate de 0.0005.alembic search embeda a query com o MESMO backend do índice e ranqueia por cosseno, determinístico e $0 (desempate por chunk_id). Índice ausente é resultado vazio, não erro; embed-index escreve, search lê.alembic context-pack, com createdAt vindo do clock do CLI. Retrieval é OPT-IN: --retrieve injeta os chunks mais próximos no L3 (com --rerank mmr opcional); sem a flag, o pack é byte-idêntico ao de antes.soul.modelPreferences.primary ?? fallback ?? local-default — e como employee run não tem failover em runtime, o modelo que funciona PRECISA ser o primary.## Skill Playbooks via SkillStore — para o modelo seguir as regras, não só ver os nomes. Best-effort: skill que não carrega é pulada; sem skills bindadas, a seção não existe.episodic | semantic | procedural | decision | transcript, cada uma um JSONL em <dataDir>/memory/. O turno do employee consulta SÓ os substores bindados — o resto não vaza.--online: UM registro episódico com o goal REAL e um excerpt REAL da resposta — nunca um "learning" fabricado. Opt-in (sem binding episódico = no-op), --no-memory-write desliga, e falha de escrita jamais quebra o turno.schedule[] do employee em manifests automation.toml com id emp-<id>-<i>, cron como rrule e status PAUSED — registrável, nunca auto-roda. A4c (automation run, PR #159) EXECUTA um manifest: dry-run default, --online roda o turno e appenda 1 registro honesto ao journal; não é daemon.memory.md que recebe UM registro honesto por execução --online — o que rodou e o que o modelo respondeu, nunca uma ação inventada. É o mesmo princípio do journal do swarm: registrar antes de confiar.unit.proof[] vira uma task bash -c dependente da unidade; exit não-zero derruba o run, fail-closed. As provas ficam persistidas em units/<id>/proof-results.jsonl — progresso sem prova não existe.classifyPark a estaciona em vez de rodar, e ela só volta pelo humano — alembic approve/reject (gravados em approvals.jsonl/rejections.jsonl) ou alembic propose para reabrir como proposta. Autonomia PARA na fronteira do irreversível.--coordinated: um veredito multi-lens por risco, ADITIVO, gravado em units/<id>/coordinated-verdict.json. Ele NUNCA muda a decisão do council e NUNCA falha o run — é observação extra, não gate novo.--approve E --yes juntos — uma flag sozinha continua no preview $0 com estimateCost primeiro. Duas chaves porque dinheiro não volta: é a versão financeira do fail-closed.gemini_omni: o CLI rejeita --image flat, então o caminho pago anexa cada asset como medias:[{role:'image',…}] pela API direta da Higgsfield. Provado na fronteira — a parede e o logo REAIS do escritório da C.D apareceram no render 720×1280.scripts/derive-counts.mjs (PR #158) deriva os números da fonte e compara com os docs. Nasceu do digest #1 do failure-historian e pegou drift vivo na primeira execução — docs diziam 32; o real era 33 comandos / 47 formas.git merge-base --is-ancestor e git cherry respondem ERRADO sobre "já está na main?". A única testemunha confiável é o log da própria main (procure o título do PR).# percorra o vocabulário na fronteira real ($0) alembic status # signal/learning stores alembic search "budget fail-closed" Bookmarks # RAG read-path alembic memory semantic list --limit 3 # substore + provenance distilled: alembic employee explain <id> --goal "triagem" # observed/inferred/unknown alembic runs list && alembic tail <run-id> # proof gate + T4 park ao vivo node scripts/derive-counts.mjs # derive-counts
Um relatório de run mostra residue: 0 num corpus de 330GB. Qual termo do glossário explica o provável culpado?
Qual par de termos separa FATO de INTERPRETAÇÃO na memória do sistema?
at da fonte); o registro destilado é interpretação de modelo e nasce marcado: session:+distilled: à prova de spoof e confidence 0.4 (≤ 0.5). Signal e learning são de cadeias diferentes, mas ambos têm proveniência — não é esse o eixo.